domingo, 31 de agosto de 2014

Queridos e velhos amigos

                                                                                    

Blog de Maria Helena Repórter

Por acaso, nas vias públicas ou em ambientes fechados, nos deparamos com queridos e velhos amigos que não víamos há bastante tempo. A alegria do reencontro toma conta de nós e ansiosos, falamos ao mesmo tempo, nos abraçamos, nos beijamos, perguntamos sobre a vida do outro, dos parentes, amigos, colegas e vizinhos da nossa época e de repente, a saudade dos velhos e bons tempos dá lugar a uma tristeza e melancolia e lágrimas marejam nossos olhos, coisa natural em momentos de reencontro com velhos e queridos amigos.

Alguns ainda estão com vigor físico, boa aparência, tentando de todas as formas se manterem firmes e fortes como se o Tempo não fosse o Senhor da Razão, enquanto outros, estão dependentes de parentes, em cadeira de rodas, bengalas, muletas, viciados em álcool e outros mais, coisas da vida moderna. E ai, sentimos um aperto no coração e perguntamos a nós mesmos, "será que ficarei  assim?" 

O reencontro é rápido, trocamos telefones e endereços, mesmo sabendo que provavelmente nunca mais nos vejamos e nos despedimos, indo cada um para o seu lado, o seu caminho, o seu destino. 

Apesar de tudo, vale a pena reencontrar velhos amigos, pessoas que fizeram parte das nossas vidas em algum lugar do passado e que jamais voltarão a ocupar "aquele" lugar de destaque. 

Imagens de fotos do reencontro de queridos e velhos amigos: 
                                                                                         
Maria, amiga há 32 anos, comerciante de aves abatidas no
Mercado de Boa Viagem, viúva de José, mãe de Rosa e Wellington. 
Melice Barbosa, amiga há mais de 40 anos, foi vizinha no bairro do Hipódromo. 
Paulo Francisco (Paulão), Reserva do Exército, vizinho e amigão. 
Maria Alves e filhos, grandes e queridos amigos. 
Dr Cláudio Montenegro Gurgel do Amaral e Maria Helena,
amigos há mais de 50 anos.